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Lidando com a imprevisibilidade a partir de um planejamento

Terra de iguais - a ancestralidade pela liberdade humana em função da adaptação nas condições da terra.

Historicamente, quando lidamos com a imprevisibilidade dos fatos sob a perspectiva de um planejamento sistêmico de ações, maiores são as chances de um melhor aproveitamento das atividades que compreendemos por humanas,  principalmente quando se praticadas, na ordem de uma pesquisa pessoal, a partir de uma atuação individual ativa e consciente sobre qual é a realidade em que nos desenvolvemos.

De maneira geral, quando fazemos escolhas, vamos por assuntos que nos interessam em razão de algo especial que nos salta aos olhos. Encontramos sentidos que nos inspiram a um novo estado de ânimo, nos motivando a um próximo passo numa investigação que acaba se tornando biográfica como fonte inspiradora a uma escrita que se aprofunda numa História das Civilizações, perpassando os milhares de anos em que acessamos conhecimentos a novas leituras, geração após geração.

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Mas como se interpretar essa escrita quando falamos de civilizações?

Há anos tenho por tema de pesquisa pessoal uma Historiografia das Civilizações. Penso que alguma coisa a ver com o conceito de “civilização” sempre me chamou atenção: não um simples aspecto sutil do conceito de “ser civilizado”, ou, dito ainda de outra forma, contrário ao que é bárbaro”, mas, ao em vez disso, estudando o conceito de civilização para a visão de uma vida “civil” em que o “civilizado” ultrapassa a fronteira de pensamento de que “é contrário à barbárie”; ou ainda, adversário à perspectiva de um “estado” sem lei e desprovido de direito civil regular reconhecido e legitimado por forças próprias, para realmente se encontrar em um “estado  de civilidade” ou para além dele estar tecnicamente em desenvolvimento superior a um estado anterior de recursos limitados.

Por isso, vamos começar com um ponto específico a fim de compreendermos uma ideia da historiografia das civilizações que empreendemos aqui. Sendo um recorte próprio às condições de reconhecimento do civil, vamos em busca da origem de um Direito regulado por noções de justiça na presença de um Estado que se encontra como marco fundamental ao conceito de civilização.

Um dos textos extraordinários que recentemente encontrei (continua em... http://bit.ly/textualidadecivilicacao)

Sobre o autor

Sou pesquisador independente com formação bacharel em Letras, atuando como escritor, editor e produtor de conteúdos web, especializado em Planejamento e Gestão Estratégica, com Docência ao Ensino Superior e Educação à distância (EAD). Sou autor de "Estados de civilidade: uma história sobre tecnologias" (artigos); "Cartilha de Jack & Janis - Uma sátira da vida conjugal moderna" (novela) entre outras publicações.

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