Por meio de uma amiga querida tive acesso a um livro muito interessante de Erich Von Daniken que, apesar de ser autor controverso entre pesquisadores renomados, se atenta a dados interessantes em seu "Sinais dos Deuses", numa perspectiva de teoria sobre tecnologia alienígena capaz de moldurar a existência humana sobre a Terra. Foi, aliás, os primeiros livros com assunto do qual resenhei observações nas primeiras publicações de artesfatos.com, sob o título O controverso campo da origem tecnológica do conhecimento humano.

Daniken situa no aspecto tecnológico o impacto de uma interferência alienígena por meio de uma gama de conhecimentos avançados distribuídos por construções arquitetônicas em pedra e em diversos pontos do planeta, mas especialmente às construções encontradas à costa do mar Mediterrâneo desde a cultura dos Fenícios às construções megalíticas no norte da África e ao sul da Europa.

Recentemente adquiri um título de John Anthony West, "A Serpente Cósmica", de uma hipótese bastante parecida à de Daniken, embora os autores dessa tecnologia avançada seriam atlantes e não alienígenas, mas que teriam fundado os mesmos conceitos basilares sobre os quais a humanidade teria dado um salto evolutivo enquanto forma organizada de sociedades culturais a impactar seu habitat.

Mas ainda é cedo para se estender sobre o assunto, de tal maneira que vale destacar uma mesma gama de preceitos fundamentais a respeito do conhecimento, entre esses, os de arquivo - que, na Antiguidade, se tratava de um recipiente adequado para guardar papéis, derivando do Latim archivum, que, por sua vez, veio do Grego arkheia, com sentido de “registros públicos”, de arkheion, “prefeitura, governo municipal”, de arkhé, “governo”, literalmente “começo, origem”. Se supõe que os arquivos existem desde a invenção da escrita, na Antiguidade, aprimorado pelos egípcios, assírios, persas, gregos e romanos. Na Antiguidade grega surge como instituição, por volta dos séculos V e IV a.C., quando os atenienses guardavam no Metroon, templo da mãe dos deuses, os tratados, leis, minutas da assembleia popular e outros documentos oficias.*

Por hipótese quanto à tecnologia, podemos pensar na dependência da memória estrutural que consolidou os povos nas suas interdependências de trocas simbólicas quanto à gestão socioambiental. Aos filósofos pré-socráticos, "arché" seria o elemento que deveria estar presente em todos os momentos da existência de todas as coisas do mundo ou um princípio único na sua formação (mais AQUI).

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Ver também:

https://olhararquivistico.blogspot.com/2011/09/origem-da-palavra-arquivo.html

Sobre o autor

Sou pesquisador independente com formação bacharel em Letras, atuando como escritor, editor e produtor de conteúdos web, especializado em Planejamento e Gestão Estratégica, com Docência ao Ensino Superior e Educação à distância (EAD). Sou autor de "Estados de civilidade: uma história sobre tecnologias" (artigos); "Cartilha de Jack & Janis - Uma sátira da vida conjugal moderna" (novela) entre outras publicações.

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